Comando da Guarda Municipal: “Denegação é o pior sentimento que existe.” Lucas Mendonça

A tristeza causada pela denegação no ambiente de trabalho talvez seja um dos sentimentos mais difíceis de ser superado para qualquer servidor público, que decidiu na vida publica assumir um cargo de “LIDERAR” pessoas. Um tipo de denegação que não é somente de uma pessoa isolada, mas da maioria de uma tropa de homens fardados que decidiram não ser mais liderado pelo o seu próprio comandante.

Esse sentimento é visível sobre o atual comandante da Guarda Municipal de Guamaré, Alexsandro Souza, que assumiu o cargo pela terceira vez desde a criação da GM com a missão de devolver a autoestima dos GMs, e resgatar a cidadania da corporação, mas tudo leve a crê que para ele esse fardo é pesado, pesadíssimo, e essa missão é quase impossível.

Sentindo que os ventos não lhe são mais favoráveis à frente da GM, e com receio de perder a patente de comandante, Alexsandro age inconscientemente de maneira “preventiva” nos bastidores como se as paredes não tivessem olhos e ouvidos, e sem medo de delação. Exclui pessoas que deveria ser incluídas, forma grupo a seu favor, ataca antes de ser atacado e deixa provas. Essa atitude é a pior forma de se prevenir contra a denegação de uma corporação.

A Guarda Municipal tem pagado um preço que não se mede ao longo dos anos por culpa do mau gerenciamento dos últimos “comandantes” que passaram a frente da tropa. Estes deixaram cicatrizes profundas e prejuízos irreparáveis. Hoje vive novamente dias difíceis por falta de um comandante de linha de frente, que possa liderar homens pelo o exemplo, colocando o interesse coletivo acima do individual.

O atual comandante é acusado através de grupos e conversas privadas de whats app, de colocar DOs nos proventos de GMs aliados que não existem ou não fazem, auto consumo de combustível na frota da GM e no próprio veiculo que está à disposição do comando.

Mesmo de férias, Alexsandro Souza, não passou o veiculo para o Subcomandante, Francisco Jailton, que vem na maioria das vezes de Baixa do Meio, onde reside para o trabalho de carona, pois das 4 viaturas da Guarda Municipal, 2 estão quebradas faz tempo.

Um comandante que não bate o ponto eletrônico levando seus subordinados a ignorar o equipamento biométrico que é legal, que é lei. Ele não cumpre o expediente como servidor público, conforme consta no sistema do ponto. Pouco aparece na base, e quando aparece tem sido motivo de chacota por parte daqueles que ele mesmo fortaleceu.

Há quem afirme que sua presença é certa nos eventos da prefeitura, mas todo desarrumado para o cargo que ocupa, mas parece um recruta no meio dos agentes de seguranças.

Pesa ainda contra ele a acusação de ganhar um salário que vem chamando atenção no setor da segurança pública, quase o dobro dos proventos de um vereador, secretário de governo, policial militar e policial civil.

Para chegar este salário, o próprio comandante colocar na sua própria matrícula, duas gratificações, adicional noturno, periculosidade, adicional operacional de 50%, adicional operacional de 100%, mesmo sendo ausente.

Para aumentar ainda mais sua denegação, Alexsandro Souza mandou instalar câmaras de segurança interna na própria base, e monitora seus comandados de sua própria residência através do celular via internet. De lá, ele questiona, dar ordens e determina o que os GMs devem fazer, conforme prints de conversas que chegaram ao blog.

Só que ele se esqueceu de dar prioridade o que de fato é prioridade, de colocar câmaras na frente da base, na entrada e saída da cidade, ou devolver ao lugar as que foram retiradas sem explicação.

Se essas câmaras tivesse no local, na ultima terça-feira, dia 10, teria visto a tempo a fuga dos dois assaltantes que roubou a casa de um vereador na cidade, até a presente data não há pista para que seja aberta uma linha de investigação.

Omissão, destruição de provas, esquecimento dos acontecimentos, sumiço de HD de DVR, e até de um livro de ocorrência da Guarda Municipal foi destruído na gestão de Alexsandro, sem uma explicação plausível ou convincente a seus superiores.

Estes fatos e outros estão na conta de um homem que prometeu ser fiel a tropa, ao governo, e a população e não honrou. Há informações que o Prefeito Adriano Diógenes, e o secretário Dr. Cleiton Pinho, estão descontentes com as informações que chegaram a seus gabinetes.

Por fim,

Como pessoa, Alexsandro é um ótimo ser humano, um cidadão de bem, mas já dizia Maquiavel, “Dê o poder ao homem, e descobrirá quem ele realmente é”. Como comandante ele vive o sonho dos justos mesmo sem ações com realizações. Há faro e cheiro que a Guarda Municipal poderá trocar novamente de comando no intuito de preservar o atual e salvar uma tropa antes que a situação fique insustentável.

Fico aqui na torcida para que o atual comandante possa dar a volta por cima a tempo, ou que seja feita uma eleição dentro da tropa, onde os próprios GMs possam escolher através do voto por quem devem ser liderados. O espaço fica aqui aberto caso o comandante queira manifestar seu ponto de vista sobre a matéria, a qual lhe garante a CF/88.

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