Eleições 2020: A arte de eliminar adversários

Por José Carlos de Oliveira

O estrategista (Diz-se de ou pessoa a quem é atribuída determinada estratégia) não pensa a curto ou em médio prazo, mas em longo prazo. O estrategista vai eliminando um a um os seus opositores, (Que ou aquele que se opõe a alguém, algo, a qualquer ato), ou até mesmo seus aliados.

Aqueles que divergiam (divergir: distanciar-se progressivamente uma coisa da outra; aparta-se, separa-se) são convencidos não se sabe por que argumentos a voltarem atrás, e passam a concordarem com o estrategista.

Os que antes promoviam ataques (ataque: investida, arremetida, agressão, carga) agora se calam, e voltam a tecer elogios ao estrategista. Os que agrediam (agressão: afronta, agravo, desacato, provocação) hoje se rende ao estrategista.

Os que antes criticavam (critica: Censura, condenação, desaprovação, reprovação) hoje são só elogios. O estrategista faz os seus adversários (inimigo, oponente, rival, criatura contra qual se luta) tornarem seus fiéis aliados.

A história conta o número de quantos adversários foram excluídos da vida pública, (não vou citar nomes, pois é só uma constatação), não poucos até aliados de primeira hora. Aliados que antes serviam aos propósitos do estrategista, e, logo não faziam mais parte dos planos (descartáveis).

Quem será a próxima vítima? – O tempo dirá!

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