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MPRN alerta para o combate ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes

MPRN alerta para o combate ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) mobiliza as redes sociais da instituição para destacar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, celebrado neste 18 de maio.

A escolha da data, instituída há 21 anos pela Lei 9.970/2000, foi em decorrência ao assassinato de Araceli, uma menina de oito anos que foi drogada, estuprada e morta por jovens de classe média alta, neste mesmo dia, em 1973, em Vitória (ES). Esse crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje permanece impune.

O objetivo da mobilização é convocar a sociedade potiguar para o compromisso de proteger suas crianças e adolescentes. A campanha tem como símbolo uma flor amarela, como uma lembrança dos desenhos da primeira infância, além de associar a fragilidade de uma flor com a de uma criança.

Para a promotora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de defesa da Infância, Juventude e Família (Caop Infância), Marília Cunha Fernandes, o dia 18 de maio serve para conclamar a sociedade para um olhar especial às crianças e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual. “É um momento para refletir sobre como o Sistema de Garantia de Direitos está atuando nesses casos, tanto na perspectiva de minimizar os danos e acolher as vítimas como em possibilitar a punição do abusador”, complementa a Promotora de Justiça.

A campanha do MPRN reforça a necessidade de denunciar casos de Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Para tanto, basta procurar o Ministério Público, o Conselho Tutelar, delegacias de polícia ou ligar para o Disque Denúncia Nacional, de número 100.

Se você for familiar (tios, avós etc), conviver no mesmo ambiente escolar que a vítima ou souber de casos desse tipo de crime, denuncie! Além do Disque 100, as informações também podem ser encaminhadas ao Disque Denúncia do Gaeco, órgão do MPRN, no número 127. Fonte: MPRN

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