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Proposta de fim da reeleição e mandato de seis anos para prefeitos ganham apoio politico.

Proposta de fim da reeleição e mandato de seis anos para prefeitos ganham apoio politico.

“Hélio Miranda e Kerginaldo Pinto, prefeitos de Guamaré e Macau podem ficar no mandato até 2018”.

Uma reviravolta poderá mudar o cenário da política nos próximos meses. A realização de eleições gerais, o fim da reeleição e a extensão de mandato para seis anos, foram algumas das propostas defendidas pelos prefeitos durante audiência pública da Comissão Especial da Reforma Política da Câmara dos Deputados, que analisa Propostas de Emendas à Constituição (PECs) 344/13, 352/13 e outras.

No encontro ocorrido na manhã desta quinta-feira, 12 de março, a prefeita de São Bento do Una (PE), Débora Almeida, apresentou uma pesquisa elaborada pela CNM que mostra a opinião dos prefeitos sobre o tema. Débora explicou que a unificação das eleições em apenas um processo vai ser positiva para o Brasil, porque quando os prefeitos começam seus financiamentos, eles não conseguem evoluir por contas das eleições dos governos estaduais, federal e do parlamento. “Quando o governo começa a trabalhar, os prefeitos estão se preparando para as eleições municipais”, destacou.

Segundo disse a prefeita, que na ocasião representou o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, é inviável um mandato tampão de dois anos em 2016, para unificação dos pleitos em 2018, conforme previsto da PEC 352/2013. “Nenhum prefeito vai querer concorrer a um mandato que na verdade, ele não vai ter possibilidade de executar nada para o seu Município”, ponderou.

Chancela

O relator da comissão, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), agradeceu a CNM pelos dados, e ressaltou os resultados da pesquisa, diversas vezes, durante o debate. Ele também mencionou a importância de ouvir a Confederação – que representa a maioria dos Municípios. E ponderou”: nem nós aguentamos mais, nem os vereadores, nem os prefeitos e nem ninguém suporta mais”, ressaltou o deputado sobre eleições de dois em dois anos”. Com informações do site: www.cnm.org.br